segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Modo de vida pacato.

A cada acordar pela manhã, dizer que o dia é igual aos demais é um erro. O costume e a rotina em fazer coisas que nos desagradam ou não nos levam a um estado de extrema euforia, nos leva a pensar deste modo.
A caminhada pode ser parecida, mas, nunca é igual.
A vida é uma estrada cheia de curvas, encruzilhadas, desvios e outras bifurcações, mas, nesta estrada não existe retorno. Ai esta a beleza de viver. A vida não se repete.
De modo grosseiro, os dias podem ser parecidos, mas, diferenciasse um do outro, através dos detalhes. Cabe a nós identificar estes detalhes e tornalos o ponto diferencial.
Estes detalhes podem ser: um sorriso, um aperto de mãos, um obrigado, um beijo, um olhar, isto dentre outros. Este são únicos e inigualáveis.
A vida é feita de escolhas.
Para facilitar as escolhas, basta atentar se aos detalhes que a primeira vista parecem irrelevante, mas, são de extrema importância para que as conseqüências de sua escolha sejam as mais agradáveis, ou, menos desgastativas.

A definição de Viver é:
 Ter vida ou existência; existir: o doente ainda vive.
Durar, perdurar, subsistir: vive a arte grega, atravessando séculos e padrões estéticos.
Aproveitar a vida: com tanto dinheiro, não sabe viver.
Comportar-se em vida: viver santamente.
Habitar, residir, morar: vive na Europa há dez anos.
Estar freqüentemente (em algum lugar ou em companhia de alguém): a beata vive na igreja; vive com os amigos.
V.t. Passar (a vida): vive uma vida tranqüila.
Viver de, alimentar-se, sustentar-se de: vive exclusivamente de vegetais; obter a subsistência exclusiva ou principalmente de: vive de rendas.
Viver com, ser amasiado com: vive com fulana.
Viver para, fazer de uma atividade ou de uma pessoa o objetivo de sua vida: vive para a música; viver para os filhos.

A partir do momento em que deixar de ser um individuo escravo da rotina e começar a VIVER, a vida adquire um sentido, belo, estimulante, gratificante e cativante.
EU vivo e me abstenho de magoas, rotinas e rancor para que possa viver minha vida com plenitude e esperar pela segunda parte da vida...

Leonardo Jhaws

terça-feira, 26 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

exemplos de escalas exoticas


Portanto, uma pesquisa profunda sobre o assunto poderia catalogar dezenas de escalas. Para que você comece a explorar esse riquíssimo universo de sons, elaboramos uma matéria especial que abrange as principais escalas exóticas, com suas estruturas intervalares, digitações e exemplos. São elas: Hirajoshi (pentatônica de origem japonesa), hexafônica (escala de tons inteiros), cigana maior (Hitzazkiar), modo nordestino e octatônica (Zer Ef Kend).

HIRAJOSHI
A escala Hirajoshi é a principal estrutura na música tradicional japonesa. Ela é usada em melodias executadas em instrumentos como koto, shamisen e no canto. Por conter dois passos de semitom, é uma escala de cinco sons que difere das conhecidas pentatônicas maior e menor. Ela é utilizada em cinco modos diferentes (ver box sobre os modos da Hirajoshi), sendo que o mais importante é chamado de Hon Kumoi Shiouzhi, o qual possui a seguinte estrutura intervalar: F, 2m, 4J, 5J e 6m.



HARMONIAS COM A HIRAJOSHI
A harmonia da música japonesa utiliza os intervalos de 4J e 5J como base estrutural, diferentemente da harmonia ocidental, na qual os intervalos de 3M e 3m são decisivos. O riff do Ex. 6 explora essa característica, aproveitando também o fato de que a 4J e a 5J são inversões uma da outra.



HEXAFÔNICA
O compositor Claude Debussy ouviu pela primeira vez a música folclórica de Bali (uma das ilhas da Indonésia) na Feira Mundial de Paris, em 1889. Conta a história que ele teria ficado extremamente impressionado com diversos aspectos dessa música e incorporou-os em algumas de suas composições.



CIGANA MAIOR (HITZAZKIAR)
A escala cigana maior é encontrada na música folclórica de diversos países da Europa Oriental. Por isso, ela é também conhecida por outras denominações, como Hitzazkiar (nome turco), húngara ou napolitana. Apesar de não se encaixar no conceito de “estrutura simétrica”, por não dividir a oitava em partes iguais, essa escala possui um padrão simétrico bastante conhecido, chamado “palíndromo”.



MODO NORDESTINO
O modo nordestino é também conhecido pelos nomes lídio b7, mixolídio #4 ou overtone (este último, porque todas as notas dessa escala fazem parte da sequência da série harmônica de sua fundamental). A introdução dessa escala no Nordeste brasileiro se deve provavelmente à influência da música sacra modal naquela região, durante o período colonial. Por conta dessa influência, pode-se considerar o modo nordestino uma fusão de dois modos eclesiásticos: o lídio e o mixolídio.



OCTATÔNICA
A escala octatônica tem origem árabe e data do século 7. Seu nome original é Zer Ef Kend, que quer dizer “Colar de Pérolas” (uma metáfora que compara dois tipos de intervalos – tom e semitom – a dois tamanhos de pérolas). Na música popular, ela também é chamada de escala diminuta e ganha duas versões: dom-dim (dominante-diminuta) e dim-dom (diminuta-dominante).

este texto foi tirado da revista guitar player